エピソード

  • Qual a melhor dieta para IDOSOS?Dra Sumika Mori, Geriatra, Doutorado em Fragilidade pelo HC FMUSP @drsumikageriatra
    2025/03/28

    Hoje a longevidade é determinada em 70% pelo comportamento ao invés de herança genética. A mudança de hábitos fez com que as pessoas se tornassem mais sedentárias e obesas. A obesidade é uma condição que aumenta a resistência a insulina e dessa forma é ligada diretamente com diabetes. Esse tipo de diabetes pode ter cura com modificações no comportamento. Portanto, o estilo de vida é fundamental para controle e cura do diabetes ligado à resistência à insulina. A ansiedade pode ser uma das palavras associadas à doenças crônicas com aumento do consumo de açúcar que é ligado a outras doenças como câncer, entre outras. O aumento do consumo de telas pode estar associado com redução da interação entre as pessoas, redução da cognição e imobilismo. Hoje o sedentarismo mata mais do que o tabagismo. Hoje há evidencias de que pessoas que caminham mais, levantam-se mais no escritórios ou locais de trabalho, reduzem o risco de morte. O sedentário quando começando a praticar alguns minutos de atividade física diário reduz o drasticamente seu risco de vida. Fragilidade e sarcopenia fazem parte do circulo vicioso do imobilismo e dessa forma, aumentam a probabilidade de morte. Ao longo da vida aprendemos a modificar a nossa alimentação e o corpo mostra essas mudanças ao longo da vida. Após os 60 anos precisamos cuidar dos músculos, pois pode haver redução da massa muscular natural ou acelerada. A perda acelerada esta associada à estilo de vida inadequado, sedentarismo e alimentação deficiente em proteínas e excesso de carboidratos. O consumo de vegetais é importante por serem alimentos de baixa densidade calórica com boa fonte de fibras para modular flora intestinal que melhora absorção de micronutrientes, regula a glicose, etc...O vegetariano tem menos peso em geral do que aqueles que comem carne e também tem níveis pressóricos mais baixos. Os vegetarianos que consomem peixe tem uma pequena vantagem daqueles que são estritamente vegetarianos. A dieta vegetariana não chega ao nível proteico daqueles que consomem carne: é considerado adequado 64 g de proteína por dia, porém, o vegetariano e vegano não alcançam este consumo. Mas, mesmo assim veganos e vegetarianos são saudáveis a despeito de consumir menos proteína. Ao longo do tempo o envelhecimento pode ser ruim por sarcopenia, daí a importância de estudar os músculos dessa população. Ser vegetariano reduz risco de acidente vascular cerebral e infarto do coração, portanto escapam das duas maiores causas de morte na população. Além disso, vegetarianismo reduz causa de cancer. Importante ressaltar que existem vegetarianos saudáveis e não saudáveis: os não saudáveis são os que abrem pacotes, ou seja, consumem muitos alimentos processados.Soja é o grão com maior concentração de proteínas, que pode ser encontrada em natura ou proteína vegetal pasteurizada. A biodisponibidade é menor do que a carne, porém é uma boa fonte de proteínas. Manter cuidados com os músculos exige associação entre consumo de proteína e atividade física. Para os vegetarianos: brocolis, espinafre, feijão, aveia, são fontes de proteínas que podem compor com húmus, pasta de tofu, pães, ovo, leite, etc... quando necessário pode fazer boost proteico. Os vegetais também podem ser adicionados no café da manha. O consumo de refrigerantes que contem açúcar adicionado o risco de se tornar um idoso frágil aumenta em 3 vezes. Trabalhadores noturnos são 6. kg mais pesados em relação aos que trabalham de dia pq as escolhas alimentares podem relação com hormônios associados ao ciclo circadiano, como por exemplo cortisol. Além disso a privação de sono pode modular as escolhas alimentares como aumento no consumo de doces. Humor e ansiedade também tem muita influência na modulação da escolha alimentar.

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  • Qual melhor exercício para minha idade? Educador Fisico Walter Oliveira Junior @waltinhomovimentoconsciente
    2025/03/11

    O que acontece com o corpo se ficar sem movimento. Mas, para otimizar os benefícios do movimento este deve ser consciente. O movimento feito de maneira consciente eu melhoro a eficácia e o resultado final do movimento. O ser humano precisa de ação, movimento o que ajuda o ser humano a tomar decisões pessoas, a ter relacionamentos entre outras ações.Segundo pesquisas recentes, 35% da pppulação é considerada sedentária. Para estimular as pessoas a abandonar o sedentarismo é identificar a razão pela qual ela não gosta de atividade física. Em segundo lugar incentivar as pessoas a fazerem a atividade física que gostem. Em terceiro lugar é o educador físico individualizar a atividade física adequada para cada pessoa. Além disso é necessário saber qual o objetivo de quem pratica o movimento consciente.Existe um estudo que mostra aumento da expectava de vida em media de 5 anos para mulheres e 7 anos para homens. Como as pessoas querem chegar nessa idade? A maioria quer estar independente. No Brasil a dependência no fim da vida é em média 7 anos, na Coreia do Sul, por exemplo é de 2 anos. Por isso o trabalho multidisciplinar na atividade física é importante para reduzir anos de dependência no fim da vida.Na doença de Parkinson o movimento melhora a eficácia da medicação. Esse transtorno do movimento é tratado com movimento. Pacientes que fazem atividade física e submetendo-te-se a cirurgia bariátrica tem recuperação cirurgia mais rápida do que aqueles que são sedentários. É importante perder peso após a cirurgia bariátrica, porém, com atividade física a redução do peso ocorre com qualidade. Além disso, o movimento ajuda a manter músculos e ossos íntegros, ajuda a manter metabolismo do corpo adequada, manter as vias de cognição e equilíbrio íntegras. Durante o movimento os espaços devem ser explorados e dessa forma desenvolvimento-se noção do espaço (propriocepçao), equilíbrio e cognição. Na época da vida quando estamos em desenvolvimento (12 a 16 anos) deve-se praticar esforço com muita repetição, pouca carga sem preocupação com a estética. Hipertrofia muscular pode atrapalhar futuros movimentos que poderiam surgir no futuro por inflexibilidade. Nessa idade é preciso pular, jogar bola, girar e explorar o máximo de movimentos possíveis de maneira natura: não pode haver sedentarismo nessa idade. Após os 30 anos entramos no processo degenerativo. Há redução do metabolismo, perda de massa muscular e aumento da porcentagem de gordura. Isso exige aviação física para ser a situação do paciente e ser onde pode-se chegar com atividade física. A obesidade acelera perda de massa muscular. A partir de 30 anos a musculação é importante, Cross fit, pilates para ganhar ou manter a massa muscular. Setenta por cento do treinamento de força e 30 por cento cardio vascular seria o recomendado. Para os idosos normais é importante trabalhar o equilíbrio para melhorar a propriocepçao, trabalhos coordenativos, experimentar novos movimentos e trabalhos funcionais (exercício de sentar e levantar de uma cadeira, deitar e levantar da cama). Algumas academias ensinam artes marciais para velhinhos acima de 50 anos para aprender a cair. Trabalhar grandes grupos musculares do quadril, das pernas da resultados mais rápidos para força do idoso. O trabalho da propricepçao é feito com movimentos novos para criar consciência corporal a fim de desenvolver realços facilidades de defesas numa queda, andar com melhora equilíbrio, etc… Importante ressaltar que é possível ganhar massa muscular após 50 anos, de maneira mais lenta, porém é possível. A suplementação alimentar e repouso é importante para melhorar a massa muscular. A OMS recorrente de 170 a 300 minutos por semana de atividade fisica moderada ou 150 minutos de atividade intensa. Atividade moderada é uma caminhada leve por 30 minutos. Atividade moderada é aquela que mantem o batimento cardíaca acima de 60% em repouso.#educadorfisico #movimentoconsciente #movimento #educaçãofísica

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  • Síndromes Parkinsonianas atípicas! Dra Jacy Parmera neurologista HCFMUSP @jacyparmera_neurlogia
    2025/02/07

    Síndrome Parkinsoniana ou parkinsonismo é o conjunto de sinais e sintomas caracterizada por lentidão dos movimentos, rigidez muscular plástica e de roda denteada, tremor principalmente de repouso e instabilidade postural. Para ser caracterizada há necessidade de bradicinesia mais um dos sintomas citados. Parkinsonismo é um conjunto de sinais de sintomas cuja principal causa é a Doença de Parkinson, por isso é chamado de parkinsonismo típico. Outras doenças podem causar o parkinsonismo mais outros sintomas além do parkinsonismo e por isso são chamadas de parkinsonismo atípico. Essas são doenças raras e pouco prevalentes. As doenças mais comuns com parkinsonismo atípico por ordem são: 1) paralisia supra nuclear progressiva, 2) atrofia de múltiplos sistemas e 3) degeneração cortiço basal. A demência de corpos de Levy ainda há duvidas na ciência se é uma forma de Doença de Parkinson ou parkinsonismo atípico.

    Quedas precoces na síndrome parkinsoniana pode indicar um parkinsonismo atípico. Além disso, desequilíbrio grave (síndrome cerebelar), disautonomia precoce como incontinência urinaria, retenção urinaria, hipotensão postural, demência precoce, disfunção erétil antes do 60 anos, uso de cadeira de rodas nos primeiros cinco anos, entre outros. Na degeneração cortico basal é a condição mais rara dos parkinsonismos atípicos. É uma doença assimétrica o que faz confundir com a doença de Parkinson, porém podem aparecer distonias (posturas de torção anormais) e mioclonias (espasmos musculares). Além disso apresentam outras autereções cognitivas como apraxias como funções que ele sabia fazer antes e não conseguem mais fazer como escovar os dentes, manusear uma chave. A degeneração cortico basal é o diagnostico relacionado à presença da proteína Tao. Mas também existem doenças que imitam essa síndrome como por exemplo algumas formas de doença de Alzheimer (25% dos casos). Paralisia supranuclear progressiva (PSP) é a mais frequente no parkinsonismo atípico. A instabilidade postural é precoce (nos primeiros 2 anos) com perda dos reflexos posturais e cai em geral para trás. Os parkinsonismo é simétrico e além disso, tem dificuldades para direcionar o olhar, primeiro para baixo e posteriormente olhar para cima; a principal queixa é a visão dupla. A forma P parece muito com a doença de Parkinson e pode melhorar com medicação e com o tempo parar de responder a medicação e com aparecimento dos sintomas da PSP. Atrofia de múltiplos sistemas (AMS) está no mesmo grupo da doença de Parkinson em termos patológicos (sinucleínopatias). É caracterizada por uma tríade: Parkinsonismo com alterações do cerebelo (ataxia cerebelar) e alterações do sistema nervos autônomo. Tem a forma P muito parecida com doença de Parkinson (é a doença que mais confunde com doença de Parkinson), porém, precocemente paciente tem dificuldade de controlar a urina, disfunção erétil e quedas da pressão. Na AMS forma C tem alterações cerebelares precoces. Ressonância magnética pode ajudar a caracterizar essas doenças. Na atrofia de múltiplos sistemas pode ter o “sinal da cruz” por alterações da ponte. Alterações do Putamen também podem estar associadas a AMS. O aumento da deposição de ferro na região dos núcleos da base estão mais frequentes no parkinsonismo atípico e não ocorre na doença de Parkinson. Na PSP ocorre o sinal do beija flor causado pela atrofia do mesencéfalo. Na degeneração cortico basal pode acontecer atrofia assimétrica do cerebro.

    A ultrassonografia transcraniana também pode ajudar no diagnostico diferencial da doença de parkinson e do Parkinsonismo atípico. O tratamento multidisciplinar com fonoaudiologia, fisioterapia, educador físico é essencial na síndrome parkinsoniano atípica. A levodopa pode ajudar porém não é significativa como na doença de Parkinson. Outros tratamentos como por exemplo para disautonmia, incontinência urinária são importantes para melhorar a qualidade de vida do paciente. #parkinson #parkinsonism

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  • Pensar POSITIVO ajuda a amenizar os sintomas da DOENÇA de PARKINSON! Dr Romulo Baralle, psicólogo, doutor pela UnB. @romulobarelegm
    2025/01/21

    Dr Romulo Barale, psicólogo doutor pela Universidade de Basilia Romulo é psicólogo e com 29 anos começou com tremor na mão esquerda e logo teve o diagnóstico da doença de Parkinson. O tremor atrapalhava muito no seu trabalho. Logo que ele voltou para o doutorado passou por uma junta médica para redução da carga de trabalho e um dos médicos da junta falou que ele deveria priorizar para estudar psicologia para ajuda-lo e ajudar os pacientes. Desde então ele começou a ler mais a fim de aprender e a lidar melhor com a doença especialmente no estado off, o que tornou o seu estado off mais brando. Passou a usar a psicologia para sua vida. Sentiu-se limitado na socialização com as pessoas especialmente nas festas que gostava de frequentar. Pensou: estou com Parkinson, mas não posso limitar minhas relações. Daí surgiu o lema: “vou tremendo, mas vou”! Nessa festa ele conheceu sua esposa Bruna. Bruna reparou que Romulo tinha doença de Parkinson, porque seu avô tinha a doença. Ele falou a ela que tinha a doença e perguntou se havia algum problema: ela disse que isso era um detalhe. O principal objetivo desse método “vou tremendo, mas vou” é devolver ao paciente parkinsoniano o prazer de fazer as mesmas coisas que fazia antes no dia a dia. Infelizmente o paciente com Parkinson tende a isolar-se pela depressão ou pela vergonha a doença. O terapeuta tem que reformatar 3 crenças: desamparo, desamor e desvalor. Se essas crenças não forem trabalhadas a paciente irá ter um prognóstico pior. O enfrentamento do dia a dia deve ser positivo auxiliado por técnicas de respiração, autocontrole e autoconhecimento. Além disso, deve-se focar os aspectos positivos da vida. Dessa forma, treinando habilidades o período off será mais ameno, ou seja, o paciente torna-se advogado da doença. Importante ressaltar que há uma diferença grande entre comparação e inspiração. O paciente com Parkinson deve inspirar-se em bons exemplos para poder socializar-se e refutar a comparação. Importante ressaltar que ansiedade e pessimismo contagiam, portanto, deve-se tentar usar a positividade para amenizar os sintomas do paciente. Não há nível de evidencia de que a psicoterapia melhora ou ameniza a doença de Parkinson por dificuldades metodológicas para desenho dos artigos, porém a terapia cognitiva comportamental mostrou-se eficaz com evidencias científicas para tratar os sintomas não motores da doença de Parkinson. É certo que futuramente o tratamento psicológico mostrará eficácia no tratamento da doença. Importante ressaltar que a psicoeducação na doença de Parkinson é personalizada respeitando a individualidade dos pacientes. O resgate das qualidades que o paciente tinha antes da doença é fundamental para melhora o enfrentamento da doença, para estimular o pensamento positivo e para enfatizar as qualidades dos paciente. Existem coisas muito positivas nos pacientes além da doença. Os oito principios do vou tremendo mais vou: 1) a dor é inevitável, permanecer nela é opcional, 2) não existe mente forte que habita um corpo fraco, ou seja, medicar-se adequadamente e praticar exercícios físicos é fundamental para o enfrentamento da doença, 3) ficar bem é uma busca diária constante, 4) reclamar me faz parar e esperar que alguém me atenda um pedido, 5) o desconforto é um caminho para evolução, 6) todo sofrimento esconde alguma oportunidade, 7) vaidade não é arrogância, é oportunidade de voce lidar com a autoestima e a saúde mental, 8) ações tem que guiar seu dia a dia. É importante também informar a familia para melhorar a comunicação com o paciente e vice versa. O paciente também precisa aprender a comunicar de maneira adequada para familia e amigos a respeito da sua doença. O tratamento psicológico só funcionará com tratamento médico adequado com remédios, atividade física e cirurgia se necessário. A medicação te dá estabilidade, porém, paciente deve ter um propósito e objetivo de vida. #psicoterapia #doençadeparkinson #psicologiapositiva

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  • Transtorno do DÉFICIT de ATENÇÃO e HIPERATIVIDADE: diagnóstico e tratamento. Dr Marcelo Mashura Neurologista Dr pela UNIFESP @dr.marcelomashura
    2024/12/17

    A sigla TDH é a sigla usada para transtorno do déficit de atenção / hiperatividade. Existem tres tipos de apresentação do déficit de atenção: 1) predominância desatenta onde o déficit de atenção é predominante, 2) predominância da hiperatividade e 3) apresentação mista com hiperatividade e déficit de atenção. O TDH é um transtorno do neurdesenvolvimento onde condições crônicas em que há fatores genéticos e ambientais que levam a um processo anormal do desenvolvimento do cerebro no utero e primeiros anos de vida levando a repercussões cognitivas e emocionais com impacto negativo na sua vida. Há algumas doenças neste grupo como autismo, dislexia, discauculia, tic e TDH que é o mais prevalente na população (5 a 7% da população). As causas podem ser genéticas em ambientais. O principal fator ambiental são as telas (celulares). Infelizmente os streamings aumentam o consumo de telas e os celulares potencializam este consumo pq as crianças podem assistir a programação de qualquer lugar. Há estudos que mostram alterações de substancias branca, mielina e tractos em crianças com consumo excessivo de telas. Essas crianças podem ter alteração da linguagem, pobreza semântica, redução de QI e dificuldade na atenção. Essa redução na atenção levou a um aumento importante no consumo de vídeos curtos nas redes sociais. Além disso, a criança pode perder a chance de praticar movimentos importantes para desenvolvimento do prorpriocepção, coordenção motora pela falta de atividade física. A média de consumo de tela nos EUA é de 8h. A recomendação é que até dois anos de idade não se consuma tela, no pré escolar no máximo 1h por dia, no escolar 2h por dia e no adolescente 3h por dia. A sociedade tem que rediscutir o tempo gasto diariamente na tela dos celulares. A educação muito permissiva, privação de sono também podem ser causas ambientais de TDH. O TDH tem base genética com 76% de herditariedade. O uso de álcool, cigarro na gestação e prematuridade no nascimento aumentam as chances de TDH. Um TDH não tratado pode ter riscos em diferentes ambientes. Podem ter fracasso escolar, subemprego, divorcio, gravidez precoce, frustração e baixa autoestima, entre outros eventos. Uma criança com TDH leve no início da doença pode até acompanhar outras crianças com desempenho escolar razoável mesmo se não medicada. Porém, a medida que o nível de dificuldade aumenta haverá sérias dificuldades para manter o desempenho escolar adequado. As crianças com TDH mais acentuado certamente terão desempenho escolar totalmente comprometido. Por isso o diagnóstico precoce é importante para evitar o baixo desempenho escolar. O diagnóstico é clinico e pode ser feito na consulta com médico especialista e testes psicológicos se necessário. Esse diagnóstico vem de dados da anamnese (história do paciente) baseados nos critérios do DSN5. Importante observar características de autismo. Existem 9 critérios de atenção e 9 critérios de hiperatividade e impulsividade e conforme o preenchimento desses critérios os paciente será classificado nas tres formas de TDH. Além disso, a ansiedade, depressão, esquizofrenia, deficiência intelectual leve, transtorno do humor bipolar em criança, hipersexualizaçao precoce, diagnóstico de transtorno bipolar na familia, uso de tela com privação de sono, hipotireoidismo, devem ser descartadas. Mesmo havendo critérios para o diagnóstico deve haver impacto prejudicial na vida do indivíduo para diagnostico e tratamento. Não há marcador biológico para esta doença como achados em tomografia, ressonância ou em outros exames. O remédio é fundamental para tratar os pacientes com TDH, ou seja, a medicação melhora totalmente os sintomas dessa doença. TDH é o único transtorno do desenvolvimento que melhora completamente com medicação. Os melhores remédios para tratamento são os estimulantes (Ritalina e Venvance). #transtornododéficitdeatençãoehiperatividade

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  • Quais dificuldades passei como mãe de AUTISTA?
    2024/11/29

    Zuleica Menezes pedagoga especializada na educação de autistas @menezes_zuleica Zuleica Menezes professora, mãe de autista cuja vida mudou em função do seu filho. Ella tinha um estereótipo de autismo daquela criança que ficava balançando sozinha. Aos 8 meses seu filho dava alguns sinais de que era diferente: gostava de ficar sozinho, enfileirava carrinhos, entre outras coisas. Na igreja isolava-se no grupo de crianças. Notava também que quando as rotinas eram quebradas seu filho ficava muito irritado. Para dormir precisava de seguir uma rotina. Além disso, demorou para falar e para andar. Tinha muita sensibilidade ao barulho e ao toque. Apesar de apresentar vários comportamentos diferentes de uma criança normal, a família “normalizou” esse comportamento e, dessa foram houve demora para fazer o diagnóstico. Quando entrou na escola tinha dificuldades de entrosamento com os colegas. Primeiro Zuleica procurou psicólogos quando seu filho tinha 3 anos de idade, porém não conseguiu êxito no diagnóstico. Muitas vezes a culpa do comportamento do seu filho era atribuída a ela. Quando ele tinha 5 anos descobriu uma pesquisa no Hospital das Clinicas sobre TDH. Ela inscreveu seu filho nessa pesquisa e lá deram o diagnóstico de autismo. A partir dali sua vida mudou. Tornou-se pedagoga especializada na educação de autistas. Hoje trabalha para orientar pais de autistas, promover e melhorar a inclusão dos autistas nas escolas. #autismo #tea

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  • Transtorno do espectro autista: o que voce precisa saber? Dr Prof Dr Erasmo Barbante Casella @casella.erasmo
    2024/11/07

    O transtorno do espectro autista tem como maior causa a genética. Outras causa podem estar associadas como nascimento prematuro, anóxia neonatal, trauma de cranio, meningite, uso de alguns remédios na gestação, pais com idade acima de 50 anos, entre outros. Importante ressaltar que não há relação de vacinas com autismo. Transtorno do espectro autista (TEA) é um termo usado para ajuntar todos os tipos de autismo desde casos leves até casos mais graves. No passado poucos diagnósticos eram feitos pelo desconhecimento dos médicos e da população a respeito da doença. A incidência aumentou em decorrência a melhora de conhecimento dos profissionais e maior acesso das pessoas ao tratamento (1 caso para 36 habitantes). Sinais de alerta: quando a criança mama e não olha no olho da mãe, crianças que nao querem muito colo, crianças com um ano e dois meses não batem palma e não apontam o dedo, mania de enfileirar carrinhos e outros objetos, fixação em objetos que rodam, estereotipais como flapping, rodando em volta de si mesmo ou ao redor da mesa, brigam isoladamente, tem atraso de fala e desinteresse na comunicação não verbal. A criança pode ser hiper ou hipo sensível, mas no geral tem hipersensibilidade e muitos tem aversão a abraços ou a determinadas roupas. Muitos andam na ponta dos pés de devem ser trabalhados para evitar rigidez no tendão de aquiles. Alguns se escondem debaixo da mesa por aversão às pessoas. As crises de birra são mais frequentes, mas exageradas e por qualquer motivo. Os distúrbios do sono e enxaqueca são mais frequentes no autista. Cerca de 32% dos autistas tem deficiência intelectual. 1/3 das crianças que tem um bom desenvolvimento até 3 anos de idade podem ter regressão. A principal comodidade é o TDH (transtorno de déficit de atenção) que pode ocorrer em 50% das crianças. Importante ressaltar que crianças mais velhas podem desenvolver agitação, deficit de atenção e ter TEA e não TDH o que pode retardar o diagnóstico e dessa forma comprometer o desenvolvimento da criança. Alguns tem transtorno obsessivo compulsivo, ansiedade, depressão e a incidência de suicídio é 28% maior do que na população. em geral. Muitos tem problemas com a teoria da mente, ou seja, só conseguem conversar assuntos que eles interessam. O mais importante é fazer o diagnóstico precoce para estimulação com alguns métodos como o ABA. A estimulação precoce vai minimizar os sintomas através da plasticidade cerebral. A classificação é um, dois e tres, ou seja, grave, moderado e leve. O CID classifica TEA com ou deficiência intelectual. Porém, há dificuldades para classificar crianças menores que 5 anos de idade. 80% dos adultos jovens moram com os pais. O diagnóstico é basicamente clinico. O exame genético pode ser requisitado porém, não é essencial. O acompanhamento sequencial do paciente é importante para confirmação diagnóstica. O tratamento requer alguns remédios para aliviar os sintomas do paciente como insônia, depressão, transtorno bipolar, TDHA. Não há remédio específico para cura do Autismo. O principal tratamento é a analise aplicada do comportamento (DENVER e ABA). O ideal na educação é que as escolas normais façam adaptação para crianças com TEA e que elas tenham atendentes terapêuticos a fim de cuidar especificamente da criança. A visão da escola é tentar agrupar a criança, pois a tendencia do TEA é ficar isolado. A educação do professores para aprender a reconhecer e a lidar com essas crianças é importante. Existem alguns grupos de apoio, porém poucos são efetivos para os pacientes. Alguns vídeos educacionais são importantes para população e para os pais de crianças com TEA, especialmente os que não tem condições para terapia. A educação nas escolas para inserção das crianças e empresas também é importante, principalmente aqueles que conseguem lidar ou não com o público. Boa parte dos pacientes com TEA podem ter stress pós traumático no trabalho. #autismo #transtornodoespectroautista

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  • Aids, Hepatite B e Hepatite C: tudo o que você precisa saber! Dr Edson Boccardo Médico Infectologista Hospital Emilio Ribas @edsonjoseboccardo
    2024/09/30

    Dr Edson José Boccardo Médico Infectologista Hospital Emílio Ribas A história do HIV iniciou-se em 1978 com alguns casos no Haiti e na África. O vírus foi isolado em 1983 por um cientista francês. Porém, o primeiro relato surgiu com um caso de pneumonia diferente, pneumocistose em 1990. Outos casos de doenças atípicas surgiram como sarcoma de Kaposi. Estudando estes casos demonstraram que a imunidade desses pacientes era muito baixa. Percebeu-se que a população com este vírus era predominante entre homossexuais, pessoas que recebiam transfusão de sangue e usuários de drogas. Pessoas com AIDS (doença associada ao HIV) era fatal em praticamente todos os casos, pois as células do corpo para combate à infecção eram todas atingidas deixando o corpo suscetível a infecções raras que eram fatais para os pacientes. O principal mecanismo de transmissão é a relação sexual, ainda transfusão de sangue apesar de mais raros, e compartilhamento de seringas no uso de drogas injetáveis. Importante ressaltar que atualmente a relação heterossexual é a predominante na transmissão do HIV. Infelizmente a maioria da população jovem não utiliza mais o preservativo para ter relações e a incidência não só da AIDS, como sifilis, hepatites, entre outras infeções, aumentou muito. As novas medicações são muito eficientes e com menos numero de compridos e algumas medicações são injetáveis e podem tomar a medicação uma vez ao mês. A chance de desenvolvimento da doença com essas medicações é muito baixa. O tratamento pós exposição é para pacientes que se descuidaram durante a relação, sem preservativo, com pessoas desconhecidas, etc. Primeiro faz-se o teste rápido em até 72 horas, se for negativo, faz-se a medicação (o coquetel) por 28 dias para impedir a entrada do vírus na célula. Esse tratamento reduz a chance de infecção em mais de 90%. O prep é mais recente, utilizado na pessoa que tem comportamento de risco ou o parceiro: essa pessoa toma medicação para evitar contrair a doença, porém o tratamento é mais longo. Importante ressaltar que esses tratamentos não previnem as outras infecções sexualmente transmissíveis. Alguns pacientes são chamados de “controlador de elite” que é positivo, porém com carga viral baixa ou praticamente zero e não desenvolve a doença. Esses pacientes, que são raros, não necessitam de tratamento. O rastreio das infecções sexualmente transmissíveis deve fazer parte do check up inclusive para HIV pelo menos uma vez ao ano. As técnicas de rastreio para HIV estão muito refinadas e são capazes de detectar baixas quantidades de vírus. As hepatites B e C também são doenças sexualmente transmissíveis. A hepatite B foi primeira hepatite identificada e pode ser transmitida pelas relações sexuais, transfusão e compartilhamento de seringas. Além disso, a hepatite B pode ser transmitida em acidentes com agulhas, uso de alicates, tatuagens, barbeadores, etc.. em 20%, pois o vírus vive muito tempo em superfícies (20% de chance de transmissão). 90% de quem contrai desenvolve anticorpos e eliminam o vírus. Os outros 10 % podem ter cronificação da doença e desenvolver câncer de fígado ou cirrose: as hepatites são as principais causas de cirrose no Brasil. O paciente pode ficar assintomático até 6 meses e o paciente não sabe, podendo transmitir a doença. Após 20 anos pode apresentar alterações hepáticas. Atualmente as novas medicações tem menos efeitos colaterais com maior poder de cura; um comprimido por dia por 12 semanas com redução significativa da carga viral em 98% dos casos. A hepatite B pode ser previnida com vacina. O mecanismo de contágio de hepatite C é a mesmo da B. A chance de cronificação dessa doença é de 70% e também pode causar cirrose e câncer de fígado. Essa doença não tem vacina, porém o tratamento eficaz reduz a carga viral em 2 meses. #aids #hepatite

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